Cântico dos Cânticos 4,1
Tradução: Pe. Matos Soares (1956)
1Oh, como és formosa, minha amada, como és formosa! Os teus olhos são como os das pombas, por detrás do teu véu. Os teus cabelos são como um rebanho de cabras, suspensas das vertentes dos montes de Galaad.
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