sexta-feira, 27 de novembro de 2026
Cor litúrgica verde
1Depois disso, vi um anjo descer do céu. Tinha nas mãos a chave do Abismo e uma grande corrente.
2Ele agarrou o Dragão, a antiga Serpente, que é o Diabo, Satanás.Acorrentou-o por mil anos
3e lançou-o dentro do Abismo. Depois, trancou e lacrou o Abismo, para que o Dragão não seduzisse mais as nações, até que terminassem os mil anos. Depois dos mil anos, o Dragão deve ser solto, mas por pouco tempo.
4Vi então tronos, e os seus ocupantes sentaram-se e receberam o poder de julgar. Vi também aqueles que foram decapitados por causa do Testemunho de Jesus e da Palavra de Deus e os que não tinham adorado a fera, nem a sua estátua, nem tinham recebido na fronte ou na mão a marca da fera. Eles voltaram a viver, para reinarem com Cristo durante mil anos.
11Vi ainda um grande trono branco e quem nele estava sentado. O céu e a terra fugiram da sua presença e não se achou mais o lugar deles.
12Vi também os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono. Foram abertos livros, e mais um outro livro ainda: o livro da vida. Então foram julgados os mortos, de acordo com sua conduta, conforme está escrito nos livros.
13O mar devolveu os mortos que nele se encontravam. A Morte e a Morada dos mortos entregaram de volta os seus mortos. E cada um foi julgado conforme sua conduta.
14A Morte e a Morada dos mortos foram então atirados ao lago de fogo. Esta é a segunda morte: o lago de fogo.
15Quem não tinha o seu nome escrito no livro da vida, foi também atirado no lago de fogo.
1[Ao maestro do coro. Para a harpa de Gat. Salmo dos filhos de Coré.]
2Como são amáveis tuas moradas, Senhor dos exércitos!
3Minha alma desfalece e suspira pelos átrios do Senhor. Meu coração e minha carne exultam no Deus vivo.
4Até o pássaro encontra casa e a andorinha o ninho, onde pôr os filhotes, junto a teus altares, Senhor dos exércitos, meu rei e meu Deus.
5Feliz quem mora em tua casa: sempre canta teus louvores.
6Feliz quem encontra em ti sua força e decide no seu coração a santa viagem.
7Passando pelo vale do pranto, transforma-o numa fonte e a primeira chuva o cobre de bênçãos.
8Cresce seu vigor ao longo do caminho, e Deus lhes aparece em Sião.
9Senhor, Deus dos exércitos, ouve minha prece, presta atenção, Deus de Jacó,
10Vê, ó Deus, nosso escudo, olha o rosto do teu consagrado.
11Para mim um dia nos teus átrios vale mais que mil em outro lugar; estar na porta da casa do meu Deus é melhor que morar nas tendas dos ímpios.
12Porque sol e escudo é o Senhor Deus; o Senhor concede graça e glória, não recusa o bem a quem caminha com retidão.
13Senhor dos exércitos, feliz o homem que em ti confia.
29E Jesus contou-lhes uma parábola: "Olhai a figueira e todas as árvores.
30Quando começam a brotar, basta olhá-las para saber que o verão está perto.
31Vós, do mesmo modo, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Reino de Deus está perto.
32Em verdade vos digo: esta geração não passará antes que tudo aconteça.
33O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. Exortação final: vigilância
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.