terça-feira, 3 de novembro de 2026
Cor litúrgica verde
5Haja entre vós o mesmo sentir e pensar que no Cristo Jesus.
6Ele, existindo em forma divina, não se apegou ao ser igual a Deus,
7mas despojou-se, assumindo a forma de escravo e tornando-se semelhante ao ser humano. E encontrado em aspecto humano,
8humilhou-se, fazendo-se obediente até a morte -- e morte de cruz!
9Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome,
10para que, em o Nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra,
11e toda língua confesse: "Jesus Cristo é o Senhor", para a glória de Deus Pai. O fruto do trabalho apostólico
1[Ao maestro do coro. Conforme a melodia "A corça da aurora". Salmo de Davi.]
2Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? Ficas longe apesar do meu grito e das palavras do meu lamento?
3Meu Deus, te chamo de dia e não respondes, grito de noite e não encontro repouso.
4Tu, porém, és o santo e habitas entre os louvores de Israel.
5Em ti confiaram os nossos pais, confiaram e tu os libertaste;
6a ti gritaram e foram salvos, esperando em ti não ficaram desiludidos.
7Mas eu sou um verme, e não um homem, infâmia dos homens, desprezo do povo.
8Zombam de mim todos os que me vêem, torcem os lábios, sacodem a cabeça:
9"Confiou no Senhor, que ele o salve; que o livre, se é seu amigo".
10Foste tu que me fizeste sair do seio materno, me fizeste descansar sobre o peito de minha mãe.
11Quando nasci me acolheste, desde o seio materno tu és o meu Deus.
12Não fiques longe de mim, pois a angústia está próxima e não há quem me ajude.
13Rodeiam-me touros numerosos, cercam-me touros de Basã.
14Escancaram contra mim sua boca como um leão que dilacera e ruge.
15Como água sou derramado, deslocam-se todos os meus ossos. Meu coração se tornou como de cera derrete-se no meio do meu peito.
16Está seca minha garganta, como um caco, minha língua ficou colada ao paladar, na poeira da morte me colocaste.
17Um bando de cachorros me rodeia, assalta-me uma corja de marginais. Traspassaram minhas mãos e meus pés,
18posso contar todos os meus ossos. Eles me olham, me observam,
19repartem entre si as minhas roupas sobre minha túnica tiram a sorte.
20Mas tu, Senhor, não fiques longe, minha força, vem logo em meu socorro
21Livra-me da espada, das unhas do cão salva a minha única vida.
22Da boca do leão e dos chifres dos búfalos salva este pobre que sou eu.
23Anunciarei o teu nome aos meus irmãos, vou te louvar no meio da assembléia.
24Louvai o Senhor, vós que o temeis, que toda a raça de Jacó lhe dê glória, que o tema toda a estirpe de Israel;
25pois ele não desprezou nem desdenhou a aflição do pobre; não lhe ocultou a sua face, mas ao gritar por socorro o atendeu.
26Tu és o meu louvor na grande assembléia, cumprirei meus votos diante dos seus fiéis.
27Os pobres comerão e ficarão fartos, louvarão o Senhor os que o procuram: "Viva para sempre o coração deles!"
28Recordarão e voltarão ao Senhor todos os confins da terra: diante dele se prostrarão todas as famílias dos povos.
29Pois o reino pertence ao Senhor, ele domina sobre as nações.
30Só diante dele se prostrarão os que dormem debaixo do chão; diante dele se curvarão os que descem ao pó da terra. Quanto a mim, para ele viverei,
31a ele servirá a minha descendência. Do Senhor se falará à geração futura;
32anunciarão a sua justiça; dirão ao povo que vai nascer: "Eis a obra do Senhor!"
15Tendo ouvido isso, um dos que estavam junto à mesa disse a Jesus: "Feliz quem come o pão no Reino de Deus!"
16Ele respondeu: "Alguém deu um grande banquete e convidou muitas pessoas.
17Na hora do banquete, mandou seu servo dizer aos convidados: `Vinde! Tudo está pronto'.
18Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse: `Comprei um campo e preciso ir vê-lo. Peço que me desculpes'.
19Um outro explicou: `Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las. Peço que me desculpes'.
20Um terceiro justificou: `Acabo de me casar e, por isso, não posso ir'.
21O servo voltou e contou tudo a seu senhor. Então o dono da casa ficou irritado e disse ao servo: "Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traze para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos'.
22E quando o servo comunicou: `Senhor, o que mandaste fazer foi feito, e ainda há lugar',
23o senhor ordenou ao servo: `Sai pelas estradas e pelos cercados, e obriga as pessoas a entrar, para que minha casa fique cheia.
24Pois eu vos digo: nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete'". As exigências do seguimento
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.