quinta-feira, 29 de outubro de 2026
Cor litúrgica verde
10Enfim, fortalecei-vos no Senhor, no poder de sua força;
11revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do diabo.
12Pois a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados, as potestades, os dominadores deste mundo tenebroso, os espíritos malignos espalhados pelo espaço.
13Por isso, protegei-vos com a armadura de Deus, a fim de que possais resistir no dia mau, e assim, empregando todos os meios, continueis firmes.
14Ficai, pois, de prontidão, tendo a verdade como cinturão, a justiça como couraça
15e os pés calçados com o zelo em anunciar a Boa-Nova da paz.
16Em todas as circunstâncias, empunhai o escudo da fé, com o qual podereis apagar todas as flechas incendiadas do Maligno.
17Enfim, ponde o capacete da salvação e empunhai a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.
18Com toda sorte de preces e súplicas, orai constantemente no Espírito. Prestai vigilante atenção neste ponto, intercedendo por todos os santos.
19Orai também por mim, suplicando que a palavra seja colocada em minha boca, de maneira que eu possa anunciar abertamente o mistério do evangelho,
20do qual, em minhas algemas, sou embaixador. Que eu o proclame com toda a ousadia, como é de meu dever. Saudação final
1[De Davi.] Bendito seja o Senhor, meu rochedo, que treina minhas mãos para a batalha, meus dedos para o combate.
2Meu benfeitor e minha fortaleza, meu refúgio e minha libertação, meu escudo em que confio e que a mim sujeita os povos.
3Senhor, que é o homem para cuidares dele? um filho de Adão para nele pensares?
4O homem é como um sopro; seus dias, uma sombra que passa.
5Senhor, inclina teu céu e desce, toca os montes e eles fumegarão.
6Teus relâmpagos dispersem os inimigos, dispara tuas flechas e afugenta-os.
7Estende do alto a tua mão, liberta-me e salva-me das águas caudalosas, da mão dos estrangeiros.
8A boca deles fala mentiras e erguendo a mão direita juram falso.
9Meu Deus, vou te cantar um cântico novo, tocarei para ti a harpa de dez cordas;
10para ti, que dás a vitória aos reis, que salvas Davi, teu servo.Salva-me da espada cruel,
11livra-me da mão dos estrangeiros; cuja boca fala mentiras e cuja mão direita jura falso.
12Nossos filhos sejam como plantas que crescem na juventude; nossas filhas, como colunas talhadas na construção do templo.
13Nossos paióis estejam cheios, transbordem de frutos de toda espécie; que nossos rebanhos se multipliquem aos milhares e miríades em nossos campos;
14nossos bois estejam carregados; não haja brechas nem aberturas, nenhum alarme nas nossas praças.
15Feliz o povo que possui tais bens; feliz o povo cujo Deus é o Senhor.
31Naquela hora, alguns fariseus aproximaram-se e disseram a Jesus: "Sai daqui, porque Herodes quer te matar".
32Ele disse: "Ide dizer a essa raposa: eu expulso demônios e faço curas hoje e amanhã; e no terceiro dia chegarei ao termo.
33Entretanto, preciso caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã, pois não convém que um profeta morra fora de Jerusalém.
34Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintainhos debaixo das asas, mas não quiseste!
35Vede, vossa casa ficará abandonada. Eu vos digo: não mais me vereis, até que chegue o tempo em que digais: `Bendito aquele que vem em nome do Senhor'".
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.