quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Cor litúrgica branca
21Piedade, piedade de mim, ao menos vós, meus amigos, pois a mão de Deus me feriu!
22Por que me perseguis, como me persegue o próprio Deus, por que não vos fartais de minha carne?
23Quem dera se escrevessem minhas palavras! Quem dera fossem elas gravadas num livro
24e, com estilete de ferro e com chumbo, fossem esculpidas em granito para sempre! Esperança: "Meu redentor está vivo"
25Pois eu sei que meu redentor está vivo e que, no fim, se levantará sobre o pó;
26e, depois que tiverem arrancado esta minha pele, sems minha carne, verei a Deus.
27Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não a um estranho. No meu íntimo abrasam-se os meus rins.
1[De Davi.] O Senhor é minha luz e minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é quem defende a minha vida; a quem temerei?
2Quando me assaltam os malvados para devorar-me a carne, são eles, os adversários e inimigos, que tropeçam e caem.
3Se contra mim acampa um exército, meu coração não teme; se contra mim ferve o combate, mesmo então tenho confiança.
4Uma só coisa pedi ao Senhor, só isto desejo: poder morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida; poder gozar da suavidade do Senhor e contemplar seu santuário.
5Ele me dá abrigo na sua tenda no dia da desgraça. Esconde-me em sua morada, sobre o rochedo me eleva.
6E agora levanto a cabeça sobre os inimigos que me rodeiam; imolarei na sua casa sacrifícios de louvor, hinos de alegria cantarei ao Senhor.
7Ouve, Senhor, a minha voz. Eu clamo, tem piedade de mim! Responde-me!
8Meu coração se lembra de ti: "Buscai minha face". Tua face, Senhor, eu busco.
9Não me escondas teu rosto, não rejeites com ira o teu servo. És meu auxílio, não me deixes, não me abandones, Deus meu salvador.
10Ainda que pai e mãe me abandonem, o Senhor me acolhe.
11Mostra-me, Senhor, o teu caminho, guia-me na senda reta por causa dos meus inimigos.
12Não me exponhas à fúria dos meus adversários; contra mim se levantaram falsas testemunhas que anseiam por violência.
13Tenho certeza que vou contemplar a bondade do Senhor na terra dos vivos.
14Espera no Senhor, sê forte, firme-se teu coração e espera no
1O Senhor escolheu outros setenta e dois e enviou-os, dois a dois, à sua frente, a toda cidade e lugar para onde ele mesmo devia ir.
2E dizia-lhes: "A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita.
3Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos.
4Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não vos demoreis para saudar ninguém pelo caminho!
5Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: `A paz esteja nesta casa!'
6Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; senão, ela retornará a vós.
7Permanecei naquela mesma casa; comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador tem direito a seu salário. Não passeis de casa em casa.
8Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem,
9curai os doentes que nela houver e dizei: `O Reino de Deus está próximo de vós'.
10Mas quando entrardes numa cidade e não fordes bem recebidos, saindo pelas ruas, dizei:
11`Até a poeira de vossa cidade que se grudou aos nossos pés, sacudimos contra vós. No entanto, sabei que o Reino de Deus está próximo!'
12Eu vos digo: naquele dia, Sodoma receberá sentença menos dura do que aquela cidade. As cidades sem fé
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.