segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Cor litúrgica vermelha
1Eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a levardes uma vida digna da vocação que recebestes:
2com toda humildade e mansidão, e com paciência, suportai-vos uns aos outros no amor,
3solícitos em guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.
4Há um só corpo e um só Espírito, como também é uma só a esperança à qual fostes chamados.
5Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo,
6um só Deus e Pai de todos, acima de todos, no meio de todos e em todos.
7No entanto, a cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do dom de Cristo.
11A alguns ele concedeu serem apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas; a outros, pastores e mestres.
12Assim, ele capacitou os santos para a obra do ministério, para a edificação do Corpo de Cristo,
13até chegarmos, todos juntos, à unidade na fé e no conhecimento do Filho de Deus, ao estado de adultos, à estatura do Cristo em sua plenitude.
1[Ao maestro do coro. Salmo de Davi.]
2Os céus narram a glória de Deus, o firmamento anuncia a obra de suas mãos.
3O dia transmite ao dia a mensagem e a noite conta a notícia a outra noite.
4Não é uma fala, nem são palavras, não se escuta a sua voz.
5Por toda a terra difundiu-se a sua voz e aos confins do mundo chegou a sua palavra. Lá ele armou uma tenda para o sol,
6que surge como o esposo do quarto nupcial; exulta como um herói que percorre o caminho.
7Ele nasce numa extremidade do céu e sua corrida alcança o outro extremo; nada escapa a seu calor.
8A lei do Senhor é perfeita, conforto para a alma; o testemunho do Senhor é verdadeiro, torna sábios os pequenos.
9As ordens do Senhor são justas, alegram o coração; os mandamentos do Senhor são retos, iluminam os olhos.
10O temor do Senhor é puro, dura para sempre; os juízos do Senhor são fiéis e justos,
11mais preciosos que o ouro, que muito ouro fino, mais doces que o mel e que o licor de um favo.
12Também teu servo neles se instrui, para quem os observa é grande o proveito,
13As inadvertências quem as descobre? Perdoa-me as culpas que não vejo.
14Também do orgulho salva teu servo para que não me domine; então serei irrepreensível, e imune do grande pecado.
15Digna-te aceitar as palavras de minha boca, cheguem à tua presença os pensamentos do meu coração. Senhor, meu rochedo e meu libertador.
9Ao passar, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse- lhe: "Segue-me!" Ele se levantou e seguiu-o.
10Depois, enquanto estava à mesa na casa de Mateus, vieram muitos publicanos e pecadores e sentaram-se à mesa, junto com Jesus e seus discípulos.
11Alguns fariseus viram isso e disseram aos discípulos: "Por que vosso mestre come com os publicanos e pecadores?"
12Tendo ouvido a pergunta, Jesus disse: "Não são as pessoas com saúde que precisam de médico, mas as doentes.
13Ide, pois, aprender o que significa: `Misericórdia eu quero, não sacrifícios. De fato, não é a justos que vim chamar, mas a pecadores". Sobre jejum e vinho novo
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.