sábado, 19 de setembro de 2026
Cor litúrgica verde
35Mas, dirá alguém, em que forma é que os mortos vão ressuscitar? Com qual corpo voltarão?
36Insensato! Aquilo que semeias morre primeiro e só depois é vivificado;
37e o que semeias não é a planta já desenvolvida -- como será mais tarde --, mas um simples grão, digamos, de trigo ou de qualquer outro cereal;
42Coisa semelhante acontece com a ressurreição dos mortos: semeado corruptível, o corpo ressuscita incorruptível;
43semeado na humilhação, ressuscita na glória; semeado na fraqueza total, ressuscita no maior dinamismo;
44semeia-se um corpo só com vida natural, ressuscita um corpo espiritual. Se existe corpo só com vida natural, existe também corpo espiritual.
45É como está escrito: o primeiro homem, Adão, foi "um ser natural, dotado de vida"; o último Adão é um ser espiritual e que dá vida.
46Veio primeiro, não o ser espiritual, mas o natural; depois é que veio o espiritual.
47O primeiro homem, formado da terra, era terrestre; o segundo homem veio do céu.
48Qual foi o homem terrestre, tais são os terrestres; e qual é o homem celeste, tais serão os celestes.
49E como já trouxemos a imagem do terrestre, traremos também a imagem do celeste.
1[Ao maestro do coro. Conforme a melodia "A pomba dos terebintos distantes". Poema de Davi. Quando os filisteus o prenderam em Gat.]
2Piedade de mim, ó Deus, porque um homem me persegue; o dia todo um agressor me oprime.
3Meus adversários me humilham o dia todo, são muitos os que me atacam, ó Altíssimo.
4Na hora do medo, em ti me refugio.
5Em Deus, cuja promessa eu louvo, em Deus confio, não temerei: o que um homem me pode fazer?
6Estão sempre falando e tramando, não pensam senão em fazer-me o mal.
7Conjuram, armam ciladas, observam meus passos para atentar contra a minha vida.
8Por causa do seu pecado retribui-lhes, na tua ira humilha os povos, ó Deus.
9Contaste os passos da minha caminhada errante, minhas lágrimas recolhes no teu odre; acaso não estão escritas no teu livro?
10Então vão recuar meus inimigos, quando eu te invocar, sei que Deus está do meu lado.
11Em Deus, cuja promessa eu louvo, no Senhor, cuja promessa eu louvo,
12em Deus confio, não temerei: o que um homem me pode fazer?
13Mantenho, ó Deus, os votos que te fiz: vou te render ações de graças,
14porque me livraste da morte, preservaste meus pés da queda, para que eu caminhe na presença de Deus, na luz dos vivos.
4Ajuntou-se uma grande multidão, e de todas as cidades iam até Jesus. Ele, então, contou uma parábola:
5"O semeador saiu a semear. Ao semear, uma parte da semente caiu à beira do caminho e foi pisada; e os pássaros do céu a comeram.
6Outra parte caiu sobre as pedras; brotou, mas secou, por falta de umidade.
7Outra parte caiu entre os espinhos e, crescendo ao mesmo tempo, os espinhos a sufocaram.
8Ainda outra parte caiu em terra boa; brotou e deu frutos, até cem por um". Depois de dizer isso, ele exclamou: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!" Explicação da parábola do semeador
9Seus discípulos faziam perguntas sobre o sentido da parábola.
10Jesus, então, lhes disse: "A vós foi dado conhecer os mistérios do Reino de Deus. Aos outros, porém, só por meio de parábolas, de modo que, olhando, não enxergam e, ouvindo, não entendem.
11A parábola quer dizer o seguinte: a semente é a Palavra de Deus.
12Os que caem à beira do caminho são os que escutam, mas logo vem o Diabo e arranca a palavra do seu coração, para que não acreditem e não se salvem.
13Os que ficam sobre as pedras são os que ouvem e acolhem a palavra com alegria, mas não têm raízes. Por um momento, acreditam, mas quando chega a tentação, desistem.
14Aquilo que caiu entre os espinhos são os que escutam, mas vivendo em meio às preocupações, as riquezas e os prazeres da vida, são sufocados e não chegam a amadurecer.
15O que caiu em terra boa são aqueles que, ouvindo com um coração bom e generoso, conservam a Palavra e dão fruto pela perseverança. A lâmpada
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.