quinta-feira, 23 de julho de 2026
Cor litúrgica verde
1Veio a mim a palavra do SENHOR:
2"Vai e grita aos ouvidos de Jerusalém: Assim diz o SENHOR: Eu bem me lembro de ti, da paixão da tua juventude, do amor do teu noivado, quando me seguias pelo deserto, terra onde não se planta.
3Israel, consagrado ao SENHOR, era as primícias de sua colheita; quem o devorava, tornava-se culpado, castigos vinham sobre ele" -- oráculo do SENHOR.
7Depois eu vos introduzi numa terra cultivada, para comerdes seus produtos e suas delícias. Mal chegastes, porém, e já profanastes a minha terra, fizestes da minha herança uma coisa abominável.
8Os sacerdotes nunca perguntaram: "Onde está o SENHOR?" Os estudiosos da Lei jamais me reconheceram, os dirigentes voltaram-me as costas, os profetas profetizaram por Baal, indo atrás do que proveito não traz.
12Ó céu, fica pasmado, tomado de grande susto -- oráculo do SENHOR.
13Duplo crime cometeu o meu povo: abandonou-me a mim, fonte de água viva, e para si preferiu cavar cisternas, cisternas defeituosas que não retêm a água.
1[Ao maestro do coro. De Davi, servo do Senhor.]
2No coração do ímpio fala o pecado, temor a Deus não existe para ele.
3Pois ilude-se consigo mesmo em procurar sua culpa e detestá-la.
4Suas palavras são maldade e engano, deixou de entender e de fazer o bem.
5Trama no seu leito a maldade, obstina-se no caminho que não serve, não quer rejeitar o mal.
6Senhor, tua bondade chega até o céu, tua fidelidade até as nuvens;
7tua justiça é como os montes mais altos, teus juízos como o grande abismo: tu salvas homens e animais, Senhor.
8Como é preciosa a tua graça, ó Deus! Os homens se refugiam à sombra das tuas asas.
9Saciam-se da abundância da tua casa, da torrente das tuas delícias lhes dás de beber.
10Pois em ti está a fonte da vida e à tua luz vemos a luz.
11Concede sempre a tua graça a quem te conhece, e a tua justiça aos retos de coração.
12Não deixes que me alcance o pé dos soberbos, não me faça fugir a mão dos ímpios.
13Caíram os que cometem o pecado, abatidos, não podem reerguer-se.
10Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: "Por que lhes falas em parábolas?"
11Ele respondeu: "Porque a vós foi dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não.
12Pois a quem tem será dado ainda mais, e terá em abundância; mas a quem não tem será tirado até o que tem.
13Por isto eu lhes falo em parábolas: porque olhando não enxergam e ouvindo não escutam, nem entendem.
14Deste modo se cumpre neles a profecia de Isaías: `Por mais que escuteis, não entendereis, por mais que olheis, nada vereis.
15Pois o coração deste povo se endureceu, e eles ouviram com o ouvido indisposto. Fecharam os seus olhos, para não verem com os olhos, para não ouvirem com os ouvidos, nem entenderem com o coração, nem se converterem para que eu os pudesse curar'.
16Felizes são vossos olhos, porque vêem, e vossos ouvidos, porque ouvem!
17Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que estais vendo, e não viram; desejaram ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram. Explicação da parábola do semeador
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.