quarta-feira, 15 de julho de 2026
Cor litúrgica branca
5Ai da Assíria, vara da minha ira, bordão manejado por minha indignação!
6Com ela castigo essa gente impiedosa, mando-a contra um povo que rejeito, para espoliar mesmo, roubar de verdade, fazer dele um lugar pisado como o chão da rua.
7Mas não era assim que a Assíria pensava, não era esse o plano que tinha em mente. Só pensava em destruir, liquidar grande número de nações.
13Este pensava: "Com a força do meu braço fiz o que fiz, agi com sabedoria, porque sou inteligente. Desprezei as fronteiras das nações e pilhei seus tesouros; com valentia derrubei quem ali sentava.
14Como se estivessem em ninhos, minha mão foi catando as riquezas dos povos; recolhi a terra inteira como quem colhe ovos abandonados. Não houve quem batesse asas, não houve quem abrisse o bico e piasse".
15Acaso o machado conta vantagens à custa do lenhador? Ou a serra se engrandece à custa do serrador? Como se pudesse a vara balançar Quem a levantou... ou um pedaço de pau pudesse erguer aquele que não é lenha...
16É por isso que o Soberano, o SENHOR dos exércitos, vai dissolver-lhe a gordura, no lugar do esplendor lavrará um incêndio, o fogo a faiscar. Deus cumpre a correção ao resto de Israel
1Ó Senhor, Deus justiceiro, Deus justiceiro, manifesta-te!
2Levanta-te, juiz da terra, paga aos soberbos o que merecem.
3Até quando os ímpios, Senhor, até quando os ímpios triunfarão?
4Espalham palavras arrogantes, orgulham-se todos os malfeitores.
5Esmagam o teu povo, oprimem tua herança, Senhor.
6Matam a viúva e o estrangeiro, massacram os órfãos.
7Dizem: "O Senhor não vê, o Deus de Jacó não repara".
8Compreendei, insensatos do povo, imbecis, quando criareis juízo?
9Quem plantou o ouvido não escuta? Quem fez o olho não enxerga?
10Quem instrui os povos não castiga, ele que ensina ao homem o saber?
11O Senhor sabe como são fúteis os pensamentos dos homens.
12Feliz o homem a quem educas, Senhor, e que instruis pela tua lei,
13para dar-lhe repouso nos dias maus, até que se cave a fossa do ímpio.
14Porque o Senhor não rejeita seu povo, não pode abandonar sua herança;
15mas o juízo voltará a ser conforme a justiça, vão segui-los todos os retos de coração.
16Quem se levantará em meu favor contra os malfeitores? Quem ficará do meu lado contra os maus?
17Se o Senhor não fosse o meu auxílio, em breve eu habitaria no reino do silêncio.
18Quando eu digo: "Meu pé vacila", tua graça, Senhor, me sustenta.
19Quando estou oprimido pela angústia, teu conforto me consola.
20Pode ser teu aliado um tribunal iníquo, que comete violências transgredindo a lei?
21Assaltam a vida do justo e condenam o sangue inocente.
22Mas o Senhor é a minha defesa, rocha do meu refúgio é meu Deus;
23ele fará recair sobre eles a sua malícia, pela sua perfídia os destruirá. O Senhor, nosso Deus, os destruirá.
25Naquela ocasião, Jesus pronunciou estas palavras: "Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos.
26Sim, Pai, assim foi do teu agrado.
27Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.