quinta-feira, 9 de julho de 2026
Cor litúrgica branca
1"Quando Israel era criança eu o amava, do Egito chamei o meu filho.
2Quanto mais, porém, eu os chamava, mais de mim eles se afastavam. Sacrificavam vítimas aos Baals, queimavam sacrifícios a seus ídolos.
3Sim, fui eu quem ensinou Efraim a andar, segurando-o pela mão. Só que eles não percebiam que era eu quem deles cuidava.
4Eu os lacei com laços de amizade, eu os amarrei com cordas de amor; fazia com eles como quem pega uma criança ao colo e a traz até junto ao rosto. Para dar-lhes de comer eu me abaixava até eles.
8Como poderia eu abandonar-te, Efraim? Como poderia entregar-te, Israel? Poderia abandonar-te como a cidade de Adama? Ou eu poderia tratar-te igual a Seboim? O coração se comove no meu peito, as entranhas se agitam dentro em mim!
9Não me deixarei levar pelo calor de minha ira. Não, não destruirei Efraim! Eu sou Deus, não um ser humano, sou o Santo no meio de ti, não venho com terror!
1[Ao maestro do coro. Conforme "Os lírios do testemunho". Salmo de Asaf.]
2Pastor de Israel, escuta, tu que guias José como um rebanho. Sentado sobre os querubins refulge
3diante de Efraim, Benjamim e Manassés. Desperta o teu poder e vem em nosso auxílio.
4Deus dos exércitos, restaura-nos, faze brilhar o teu rosto e seremos salvos.
5Senhor, Deus dos exércitos, até quando arderás de indignação contra as preces do teu povo?
6Tu nos nutres com pão de lágrimas, dá-nos a beber lágrimas em abundância.
7Fizeste de nós motivo de disputa para nossos vizinhos e nossos inimigos riem de nós.
8Deus dos exércitos, restaura-nos, faze brilhar teu rosto e seremos salvos.
9Tiraste uma videira do Egito, para transplantá-la expulsaste os povos.
10Preparaste-lhe o terreno; ela criou raízes e encheu a terra.
11Sua sombra cobriu as montanhas e seus ramos, os mais altos cedros.
12Estendeu seus sarmentos até o mar e chegavam até o rio seus brotos.
13Por que derrubaste sua cerca, de modo que todo caminheiro a vindime,
14o javali do bosque a devaste e o animal selvagem a devore?
15Deus dos exércitos, volta-te, olha do céu e vê, visita esta vinha;
16protege a cepa que tua mão direita plantou, o germe que cultivaste para ti.
17Os que a queimaram com o fogo e a cortaram, morrerão à ameaça do teu rosto.
18Que tua mão proteja teu escolhido, o homem que fortaleceste.
19De ti não nos separaremos mais, tu nos farás viver e invocaremos o teu nome.
20Deus dos exércitos, restaura-nos, faze brilhar teu rosto e seremos salvos.
7No vosso caminho, proclamai: `O Reino dos Céus está próximo'.
8Curai doentes, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expulsai demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!
9Não leveis ouro, nem prata, nem dinheiro à cintura;
10nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, pois o trabalhador tem direito a seu sustento.
11Em qualquer cidade ou povoado em que entrardes, procurai saber quem ali é digno e permanecei com ele até a vossa partida.
12Ao entrardes na casa, saudai-a:
13se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz.
14Se alguém não vos receber, nem escutar vossas palavras, saí daquela casa ou daquela cidade e sacudi a poeira dos vossos pés.
15Em verdade, vos digo: no dia do juízo, a terra de Sodoma e Gomorra receberá uma sentença menos dura do que aquela cidade. As perseguições fazem parte da missão dos discípulos
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.