segunda-feira, 29 de junho de 2026
Cor litúrgica verde
6Assim diz o Senhor: "Não perdoarei Israel por seus três crimes e, agora, por mais este: Vendem o justo por dinheiro, o indigente, por um par de sandálias.
7esmagam a cabeça dos fracos no pó da terra e tornam a vida dos oprimidos impossível. Filho e pai procuram a mesma mulher, cometendo profanação ao meu nome.
8Nas roupas tomadas em penhor prostram-se diante de qualquer altar, é o vinho dos juros que bebem no templo de seus deuses.
9Mas fui eu quem à frente deles derrotou os amorreus, altos como cedros do Líbano, fortes como o carvalho, pois em cima eu lhes cortei os frutos e, em baixo, as raízes.
10Fui eu quem vos fez subir da terra do Egito e, por quarenta anos, através do deserto vos guiou até fazer-vos donos da terra dos amorreus.
13Pois eu vou apertar-vos no chão como uma carroça carregada de feixes.
14E a fuga, então, fugirá do esperto, a força do valente não lhe valerá, o forte não escapa da morte,
15o arqueiro não fica de pé, não escapa o ligeiro de pernas, nem o cavaleiro se salva.
16E o mais corajoso dos guerreiros fugirá nu naquele dia -- oráculo do Senhor.
1[Salmo de Asaf.] Fala o Senhor, o Deus dos deuses, ele convoca a terra do nascer ao pôr-do-sol.
2De Sião, beleza perfeita, Deus brilha,
3chega o nosso Deus e não se calará. Diante dele há um fogo devorador, e ao seu redor, tempestade furiosa.
4Chama do alto os céus e a terra, pois vai julgar seu povo:
5"Congregai à minha frente meus fiéis, que celebraram comigo a aliança no sacrifício!"
6E os céus anunciam a sua justiça, pois Deus vai julgar.
7"Ouve, meu povo, deixa-me falar, Israel, vou testemunhar contra ti: Eu sou Deus, o teu Deus.
8Não vou censurar-te por teus sacrifícios, pois teus holocaustos estão sempre à minha frente.
9Não aceito bezerros de tua casa nem cabritos de teus rebanhos.
10Pois são minhas todas as feras da floresta, e também os animais dos montes, aos milhares;
11conheço todas as aves do céu e possuo tudo o que se move nos campos.
12Se eu tivesse fome, não iria falar contigo, pois é meu todo o universo e o que nele existe.
13Por acaso comerei carne de touros ou beberei sangue de cabritos?
14Oferece a Deus o sacrifício de louvor e cumpre tuas promessas ao Altíssimo.
15Invoca-me no dia da angústia, e eu te livrarei e tu me honrarás."
16Porém ao ímpio Deus diz: "Por que te preocupas em repetir meus preceitos e recitar minha aliança com a boca,
17sendo que odeias a disciplina e desprezas minhas palavras?
18Quando vês um ladrão, andas com ele, e tomas parte com os adúlteros.
19Abres a boca para o mal, e tua língua trama a falsidade.
20Sentado falas contra o teu irmão, cobres de calúnia o filho de tua mãe.
21É isto que fizeste, e eu me calaria? Pensas que eu sou como tu? Eu te acuso e te lanço tudo em face.
22Compreendei isto, vós que vos esqueceis de Deus! para que eu não vos castigue, sem que ninguém vos possa livrar!
23Quem me oferece o sacrifício de louvor, me honra, e a quem caminha retamente farei experimentar a salvação de Deus".
18Vendo uma grande multidão ao seu redor, Jesus deu ordem de passar para a outra margem do lago.
19Nisso, um escriba aproximou-se e disse: "Mestre, eu te seguirei aonde fores".
20Jesus lhe respondeu: "As raposas têm tocas e os pássaros do céu têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça".
21Um outro dos discípulos disse a Jesus: "Senhor, permite-me que primeiro eu vá enterrar meu pai".
22Mas Jesus lhe respondeu: "Segue-me, e deixa que os mortos enterrem os seus mortos". A tempestade acalmada
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.