domingo, 21 de junho de 2026
Cor litúrgica verde
10Pois ouço o falatório da multidão: "Terror ao redor! Denunciem, vamos denunciá-lo! Todos aqueles que parecem meus amigos esperam um tropeço meu. "Quem sabe ele vai na conversa, nós o pegamos e tiramos nossa vingança contra ele!"
11Tu, porém, Senhor, estás comigo como lutador invencível! Por isso, os que me perseguem tropeçam, não escapam. Fracassam totalmente e nada conseguem, a não ser uma vergonha eterna, que jamais será esquecida.
12Senhor dos exércitos, tu que examinas o justo, que olhas a fundo rins e coração, possa eu ver tua vingança contra eles, pois foi a ti que confiei a minha causa.
13Cantai ao SENHOR, louvai o SENHOR! Pois livrou das mãos dos malvados a vida do indigente. "Maldito o dia..."
1[Ao maestro do coro. Conforme "Os lírios". De Davi.]
2Salva-me, ó Deus, pois a água sobe até o meu pescoço.
3Estou atolado no lodo profundo, onde não posso ficar de pé; caí nas águas profundas e as ondas me arrastam.
4Cansei-me de gritar, minha voz ficou rouca, meus olhos se consomem à espera do meu Deus.
5Os que me odeiam sem motivo são mais numerosos que os meus cabelos; são poderosos os que querem me arruinar, perseguindo-me sem razão; o que não tirei, tenho que restituir?
6Deus, tu conheces minha loucura, meus pecados não te estão ocultos.
7Não fiquem confusos por minha causa os que esperam em ti, Senhor, Senhor dos exércitos; não se envergonhem de mim os que te buscam, Deus de Israel.
8Pois por tua causa padeci insultos, a ignomínia cobriu-me o rosto.
9Tornei-me um estranho para meus irmãos, um estrangeiro para os filhos de minha mãe.
10Pois o zelo por tua casa me devorou, os insultos dos que te insultam caíram sobre mim.
11Se me mortifico com o jejum, eles zombam de mim.
12Se me visto com traje de luto, sou alvo de sarcasmo.
13Falam mal de mim os que se sentam junto à porta e os que bebem vinho fazem canções sobre mim.
14Mas minha prece sobe a ti, Senhor, no tempo favorável. Atende-me conforme tua grande piedade,segundo tua clemência que salva.
15Tira-me do lodo, para que não afunde, que eu seja livre dos que me odeiam e da água profunda.
16Que a correnteza não me arraste, que o pântano não me devore, e o abismo não feche sua boca sobre mim.
17Ouve-me, Senhor, pois tua piedade é benigna, conforme tua grande misericórdia olha para mim.
18Não escondas de teu servo a tua face, pois estou em perigo, depressa, atende-me.
19Chega perto de minha alma, defende-a, livra-me por causa dos meus inimigos.
20Conheces o opróbrio, a confusão e a ignomínia que padeço. Na tua presença estão todos os que me afligem.
21A ignomínia oprime meu coração e eu vacilo, esperei em vão quem tivesse pena de mim, procurei quem me consolasse, mas não encontrei.
22Como alimento me deram fel, quando tive sede deram-me vinagre.
23Que a sua mesa seja um laço para eles, e o banquete deles, uma armadilha.
24Que seus olhos fiquem escuros e não enxerguem; e que seus rins estejam sempre doentes.
25Derrama sobre eles tua ira, e o furor da tua cólera os persiga.
26Que a morada deles fique deserta, não haja quem more em suas tendas.
27Porque perseguiram aquele que tu feriste aumentando a dor dos que tu provaste.
28À culpa deles junta mais culpa, e diante de ti não sejam declarados justos.
29Sejam riscados do livro dos vivos e entre os justos não sejam inscritos.
30Quanto a mim, pobre e doente, o teu auxílio, ó Deus, me proteja.
31Quero louvar com um cântico o nome de Deus e exaltá-lo com ações de graças;
32Que isto agrade ao Senhor mais que um touro, mais que um novilho com chifres e casco.
33"Vede, humildes e alegrai-vos! Vós que buscais a Deus, vosso coração reviva!
34Pois o Senhor atende os pobres, não despreza os seus cativos.
35Que o louvem céu e terra, os mares e tudo quanto neles se move.
36Pois Deus salvará Sião e reedificará as cidades de Judá; habitarão lá e a possuirão.
37E a posteridade dos seus servos a herdará, e nela habitarão os que amam o seu nome".
12Pois como o pecado entrou no mundo por um só homem e, por meio do pecado, a morte; e a morte passou para todos os homens, porque todos pecaram... --
13De fato, antes de ser dada a Lei, já havia pecado no mundo. Mas o pecado não pode ser imputado quando não há lei.
14No entanto, a morte reinou no período de Adão até Moisés, mesmo sobre os que não pecaram à maneira da transgressão de Adão, o qual era figura daquele que devia vir. --
15Entretanto, o dom da graça foi sem proporção com o pecado. Pois, se pelo pecado de um só toda a multidão humana foi ferida de morte, muito mais copiosamente se derramou, sobre a mesma multidão, a graça de Deus, concedida na graça de um só homem, Jesus Cristo.
26"Não tenhais medo deles. Não há nada de oculto que não venha a ser revelado, e nada de escondido que não venha a ser conhecido.
27O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados!
28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas são incapazes de matar a alma! Pelo contrário, temei Aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno!
29Não se vendem dois pardais por uma moedinha? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai.
30Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados.
31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais.
32Todo aquele, pois, que se declarar por mim diante dos homens, também eu me declararei por ele diante do meu Pai que está nos céus.
33Aquele, porém, que me renegar diante dos homens, também eu o renegarei diante de meu Pai que está nos céus. Não a paz, mas a espada
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.