segunda-feira, 1 de junho de 2026
Cor litúrgica vermelha
2graça e paz vos sejam concedidas abundantemente, pelo conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor. A vocação cristã
3O seu divino poder nos presenteou com tudo o que contribui para a vida e para a piedade, mediante o conhecimento daquele que nos chamou por sua glória e força poderosa.
4Por elas foram-nos concedidos os bens prometidos, os maiores e mais valiosos, a fim de que vos tornásseis participantes da natureza divina, fugindo da corrupção que a concupiscência espalha no mundo.
5Por isso mesmo, dedicai todo o esforço em juntar à vossa fé a fortaleza, à fortaleza o conhecimento,
6ao conhecimento o domínio próprio, ao domínio próprio a constância, à constância a piedade,
7à piedade a fraternidade, e à fraternidade, o amor.
1Tu que estás sob a proteção do Altíssimo e moras à sombra do Onipotente,
2dize ao Senhor: "Meu refúgio, minha fortaleza, meu Deus, em quem confio".
3Ele te livrará do laço do caçador, da peste funesta;
4ele te cobrirá com suas penas, sob suas asas encontrarás refúgio. Sua fidelidade te servirá de escudo e couraça.
5Não temerás os terrores da noite nem a flecha que voa de dia,
6nem a peste que vagueia nas trevas, nem a praga que devasta ao meio dia.
7Cairão mil ao teu lado e dez mil à tua direita; mas nada te poderá atingir.
8Basta que olhes com teus olhos, verás o castigo dos ímpios.
9Pois teu refúgio é o Senhor; fizeste do Altíssimo tua morada.
10Não poderá te fazer mal a desgraça, nenhuma praga cairá sobre tua tenda.
11Pois ele dará ordem a seus anjos para te guardarem em todos os teus passos.
12Em suas mãos te levarão para que teu pé não tropece em nenhuma pedra.
13Caminharás sobre a cobra e a víbora, pisarás sobre leões e dragões.
14"Eu o salvarei, porque a mim se confiou; eu o exaltarei, pois conhece meu nome.
15Ele me invocará, e lhe darei resposta; perto dele estarei na desgraça, vou salvá-lo e torná-lo glorioso.
16Vou saciá-lo com longos dias e lhe mostrarei minha salvação".
1Jesus começou a falar-lhes em parábolas: "Um homem plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, cavou um lagar para pisar as uvas e construiu uma torre de guarda. Ele a alugou a uns agricultores e viajou para longe.
2Depois mandou um servo para receber dos agricultores a sua parte dos frutos da vinha.
3Mas os agricultores o agarraram, bateram nele e o mandaram de volta sem nada.
4O proprietário mandou novamente outro servo. Este foi espancado na cabeça e ainda o insultaram.
5Mandou ainda um outro, e a esse mataram. E assim diversos outros:em uns bateram e a outros mataram.
6Agora restava ainda alguém: o filho amado. Por último, então, enviou o filho aos agricultores, pensando: `A meu filho respeitarão'.
7Mas aqueles agricultores disseram uns aos outros: `Este é o herdeiro. Vamos matá-lo, e a herança será nossa'.
8Agarraram o filho, mataram e o lançaram fora da vinha.
9Que fará o dono da vinha? Ele virá e fará perecer os agricultores, e entregará a vinha a outros.
10Acaso não lestes na Escritura: `A pedra que os construtores rejeitaram, esta é que se tornou a pedra angular.
11Isto foi feito pelo Senhor, e é admirável aos nossos olhos'?"
12Eles procuravam prender Jesus, pois entenderam que tinha contado a parábola com referência a eles. Mas ficaram com medo da multidão; por isso, deixaram Jesus e foram embora. O imposto pago a César
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.