sexta-feira, 29 de maio de 2026
Cor litúrgica verde
7O fim de todas as coisas está próximo. Vivei com sensatez e vigiai, dados à oração.
8Sobretudo, cultivai o amor mútuo, com todo o ardor, porque o amor cobre uma multidão de pecados.
9Sede hospitaleiros uns com os outros, sem reclamações.
10Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu.
11Se alguém tem o dom de falar, fale como se fossem palavras de Deus. Se alguém tem o dom do serviço, exerça-o como capacidade proporcionada por Deus, a fim de que, em todas as coisas, Deus seja glorificado, por Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o poder, pelos séculos dos séculos. Amém. Sofrer por ser cristão
12Caríssimos, não estranheis o fogo da provação que lavra entre vós, como se alguma coisa de estranho vos estivesse acontecendo.
13Pelo contrário, alegrai-vos por participar dos sofrimentos de Cristo, para que possais exultar de alegria quando se revelar a sua glória.
1Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, terra inteira.
2Cantai ao Senhor, bendizei o seu nome, anunciai dia após dia a sua salvação.
3Entre os povos narrai a sua glória, entre todas as nações dizei seus prodígios.
4Pois o Senhor é grande e digno de todo louvor, terrível acima de todos os deuses.
5Todos os deuses das nações são um nada, mas o Senhor fez os céus.
6Majestade e beleza estão à sua frente, poder e esplendor moram no seu santuário.
7Dai ao Senhor, ó famílias dos povos, dai ao Senhor glória e poder,
8dai ao Senhor a glória do seu nome. Trazei oferta e entrai nos seus átrios,
9adorai o Senhor na sua santa aparição. Tremei diante dele, terra inteira.
10Dizei entre os povos: "O Senhor reina!" Ele sustenta o mundo para que não vacile; julga as nações com retidão.
11Alegrem-se os céus, exulte a terra, ressoe o mar e o que ele contém;
12exulte o campo e o que ele encerra, alegrem-se as árvores da floresta
13diante do Senhor, pois ele vem, ele vem julgar a terra.
14Julgará o mundo com justiça e com sua fidelidade todas as nações.
11Jesus entrou em Jerusalém e foi ao templo. Lá observou todas as coisas. Mas, como já era tarde, ele e os Doze foram para Betânia.
12No dia seguinte, ao saírem de Betânia, Jesus sentiu fome.
13Avistando de longe uma figueira coberta de folhas, foi lá ver se encontrava algum fruto. Chegando perto, só encontrou folhas, pois não era tempo de figos.
14Então reagiu dizendo à figueira: "Nunca mais ninguém coma do teu fruto". Os discípulos ouviram isso. Expulsão do comércio do templo
15Foram então a Jerusalém. Entrando no templo, Jesus começou a expulsar os que ali estavam vendendo e comprando. Derrubou as mesas dos que trocavam moedas e as bancas dos vendedores de pombas.
16Também não permitia que se carregassem objetos passando pelo templo.
17Pôs-se a ensinar e dizia-lhes: "Não está escrito que a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos? Vós, porém, fizestes dela um antro de ladrões".
18Os sumos sacerdotes e os escribas ouviram isso e procuravam um modo de matá-lo. Mas tinham medo de Jesus, pois a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele.
19E quando anoiteceu, Jesus e os discípulos foram saindo da cidade. A figueira ressequida
20De manhã cedo, ao passarem, verificaram que a figueira tinha secado desde a raiz.
21Pedro lembrou-se e disse: "Rabi, olha, a figueira que amaldiçoaste secou".
22Jesus lhes observou: "Tende fé em Deus.
23Em verdade, vos digo: se alguém disser a esta montanha: `Arranca-te e joga-te no mar', sem duvidar no coração, mas acreditando que vai acontecer, então acontecerá.
24Por isso, vos digo: tudo o que pedirdes na oração, crede que já o recebestes, e vos será concedido.
25E, quando estiverdes de pé para a oração, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados".
26] A questão da autoridade
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.