quarta-feira, 29 de abril de 2026
Cor litúrgica branca
1Por aquele tempo, o rei Herodes tomou medidas visando maltratar alguns membros da Igreja.
2Mandou matar à espada Tiago, irmão de João.
3Vendo que isso agradava aos judeus, mandou prender também a Pedro. Eram os dias dos Pães sem Fermento.
4Depois de prender Pedro, Herodes lançou-o na prisão, guardado por quatro turnos de quatro soldados. Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo depois da festa da Páscoa.
5Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja orava continuamente a Deus por ele.
6Na noite antes que Herodes o ia fazer comparecer ante o tribunal, Pedro dormia entre dois soldados, preso com duas correntes enquanto guardas vigiavam a porta da prisão.
7E eis que apareceu o anjo do Senhor, e uma luz iluminou a cela. O anjo tocou o ombro de Pedro, acordou-o e disse: "Levanta-te depressa!" As correntes caíram-lhe das mãos.
8O anjo continuou: "Põe o cinto e calça tuas sandálias!" Pedro obedeceu, e o anjo lhe disse: "Veste tua capa e vem comigo!"
9Pedro acompanhou-o, sem saber se a intervenção do anjo era realidade; pensava que era uma visão.
10Depois de passarem pela primeira e pela segunda guarda, chegaram ao portão de ferro que dava para a cidade. O portão abriu-se sozinho. Eles saíram, caminharam por uma rua, e logo depois o anjo o deixou.
11Então Pedro caiu em si e disse: "Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me livrar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava!"
12Tendo-se orientado, foi à casa de Maria, a mãe de João, chamado Marcos. Lá estavam muitos reunidos para orar.
13Bateu no portão de entrada, e uma criada, chamada Rosa, foi atender.
14Ela reconheceu a voz de Pedro, e tanta foi sua alegria que, em vez de abrir a porta, entrou correndo para contar que Pedro estava ali diante da porta.
15"Estás louca!", disseram-lhe. Mas ela insistia. Disseram então: "É o seu anjo".
16Pedro entretanto continuava a bater. Finalmente abriram a porta. Viram então que era ele e ficaram atônitos.
17Com a mão, Pedro fez sinal para que ficassem calados. Contou-lhes como o Senhor o fizera sair da prisão, e acrescentou:" Contem isso a Tiago e aos irmãos". Então, saiu dali e foi para outro lugar.
18Ao amanhecer, houve grande confusão entre os soldados: que fim levou Pedro?
19Herodes o mandou procurar, mas não conseguiu localizá-lo. Submeteu, então, os guardas ao interrogatório e mandou executá-los. Depois desceu da Judéia para Cesaréia e permaneceu lá algum tempo. Fim de Herodes Agripa. O "crescimento da Palavra"
20Herodes tinha uma rixa com os habitantes de Tiro e Sidônia. Estes entraram em acordo entre si e se apresentaram a ele, depois de conquistarem as graças de Blasto, o camareiro real. Pediram para fazer as pazes, pois a região deles recebia alimentos do território do rei.
21No dia marcado, Herodes, vestido com o traje real, sentou-se na tribuna e proferiu então seu discurso.
22O povo começou a aclamar: "Esta voz é de um deus, não de um homem!"
23Mas, imediatamente, o anjo do Senhor feriu Herodes, porque não deu a Deus a devida honra. E Herodes expirou, carcomido pelos vermes.
24A palavra do Senhor crescia e se espalhava cada vez mais.
25Tendo concluído seu ministério, Barnabé e Saulo voltaram a Jerusalém, trazendo consigo João, chamado Marcos.
1[Ao maestro do coro. Com instrumentos de corda. Salmo. Cântico.]
2Deus tenha pena de nós e nos abençoe, faça brilhar sobre nós a sua face.
3para que se conheça na terra o teu caminho, entre todos os povos a tua salvação.
4Que os povos te louvem, ó Deus, que te louvem todos os povos.
5Exultem os povos e se alegrem, porque julgas os povos com justiça, governas as nações sobre a terra.
6Que os povos te louvem, ó Deus, que te louvem todos os povos.
7A terra deu o seu fruto. Que Deus, o nosso Deus, nos abençoe;
8que Deus nos abençoe, e o temam todos os confins da terra.
44Jesus exclamou: "Quem crê em mim, não é em mim que crê, mas naquele que me enviou.
45Quem me vê, vê aquele que me enviou.
46Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
47Se alguém ouve as minhas palavras e não as observa, não sou eu que o julgo, porque vim não para julgar o mundo, mas para salvá-lo.
48Quem me rejeita e não acolhe as minhas palavras já tem quem o julgue: a palavra que eu falei o julgará no último dia.
49Porque eu não falei por conta própria, mas o Pai que me enviou, ele é quem me ordenou o que devo dizer e falar.
50E eu sei: o que ele ordena é vida eterna. Portanto, o que eu falo, eu o falo de acordo com o que o Pai me disse".
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.