segunda-feira, 30 de março de 2026
Cor litúrgica roxa
1Eis o meu servo, dou-lhe o meu apoio. É o meu escolhido, alegria do meu coração. Pus nele o meu espírito, ele vai levar o direito às nações.
2Não grita, não levanta a voz, lá fora ninguém escuta o que ele fala.
3Não quebra o caniço já machucado, não apaga o pavio já fraco de chama. Fielmente promoverá o que é de direito,
4sem amolecer e sem oprimir, até implantar o direito no país e as ilhas distantes aguardarem sua lei. Israel, luz das nações
5Assim diz o SENHOR Deus, que criou o céu e no alto o estendeu, que plantou a terra e tudo o que nela brota, que dá o sopro da vida à população que lhe está em cima, o espírito, aos que andam sobre ela.
6"Eu, o SENHOR, te chamei para a justiça e te tomei pela mão. Eu te formei e te encarreguei de seres a aliança do meu povo e a luz das nações,
7para abrires os olhos aos cegos, tirares do cárcere os prisioneiros, da masmorra os que estão na prisão escura.
1[De Davi.] O Senhor é minha luz e minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é quem defende a minha vida; a quem temerei?
2Quando me assaltam os malvados para devorar-me a carne, são eles, os adversários e inimigos, que tropeçam e caem.
3Se contra mim acampa um exército, meu coração não teme; se contra mim ferve o combate, mesmo então tenho confiança.
4Uma só coisa pedi ao Senhor, só isto desejo: poder morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida; poder gozar da suavidade do Senhor e contemplar seu santuário.
5Ele me dá abrigo na sua tenda no dia da desgraça. Esconde-me em sua morada, sobre o rochedo me eleva.
6E agora levanto a cabeça sobre os inimigos que me rodeiam; imolarei na sua casa sacrifícios de louvor, hinos de alegria cantarei ao Senhor.
7Ouve, Senhor, a minha voz. Eu clamo, tem piedade de mim! Responde-me!
8Meu coração se lembra de ti: "Buscai minha face". Tua face, Senhor, eu busco.
9Não me escondas teu rosto, não rejeites com ira o teu servo. És meu auxílio, não me deixes, não me abandones, Deus meu salvador.
10Ainda que pai e mãe me abandonem, o Senhor me acolhe.
11Mostra-me, Senhor, o teu caminho, guia-me na senda reta por causa dos meus inimigos.
12Não me exponhas à fúria dos meus adversários; contra mim se levantaram falsas testemunhas que anseiam por violência.
13Tenho certeza que vou contemplar a bondade do Senhor na terra dos vivos.
14Espera no Senhor, sê forte, firme-se teu coração e espera no
1Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde morava Lázaro, que ele tinha ressuscitado dos mortos.
2Lá, ofereceram-lhe um jantar. Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
3Maria, então, tomando meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os cabelos. A casa inteira encheu-se do aroma do perfume.
4Judas Iscariotes, um dos discípulos, aquele que entregaria Jesus, falou assim:
5"Por que este perfume não foi vendido por trezentos denários para se dar aos pobres?"
6Falou assim, não porque se preocupasse com os pobres, mas, porque era ladrão: ele guardava a bolsa e roubava o que nela se depositava.
7Jesus, porém, disse: "Deixa-a! Que ela o guarde em vista do meu sepultamento.
8Os pobres, sempre os tendes convosco. A mim, no entanto, nem sempre tereis".
9Muitos judeus souberam que ele estava em Betânia e foram para lá, não só por causa dele, mas também porque queriam ver Lázaro, que Jesus tinha ressuscitado dos mortos.
10Os sumos sacerdotes, então, decidiram matar também Lázaro,
11pois por causa dele muitos se afastavam dos judeus e começaram a crer em Jesus. Entrada messiânica em Jerusalém
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.