sexta-feira, 13 de março de 2026
Cor litúrgica roxa
2Volta, Israel, para o SENHOR teu Deus, pois tropeçaste em teu próprio pecado.
3Trazei convosco palavras, voltai-vos para o SENHOR e dizei-lhe: "Tira o peso da culpa e aceita o que é bom, e nós retribuiremos com o fruto dos lábios!
4Assíria não nos salvará, nunca mais montaremos cavalos, nunca mais chamaremos de `nosso deus' um objeto produzido por nossas mãos; pois só em ti é que o órfão encontra compaixão".
5"Sua desobediência eu curarei;de coração os amarei; pois minha ira já se desviou deles.
6Serei para Israel como orvalho: como o lírio ele há de florescer, como os cedros do Líbano estenderá suas raízes.
7Seus galhos também hão de crescer, sua copa será como a da oliveira; seu perfume como o do Líbano.
8Os que moram à minha sombra voltarão, eles farão reviver o trigo, hão de frutificar como videira, sua fama será igual à do vinho do Líbano.
9Efraim, que tens ainda a ver com os ídolos? Eu tenho a resposta, eu olho por ele. Sou como o cipreste sempre verde, de mim é que brota o teu fruto". Epílogo
10Se alguém é sábio, entenda essas coisas; se é inteligente, que as venha conhecer, pois os caminhos do SENHOR são retos, os justos neles caminham, os maus neles tropeçam. ______________________________________________________________________________
1[Ao maestro do coro. Para harpa de Gat. De Asaf.]
2Exultai em Deus, nossa força, aclamai ao Deus de Jacó.
3Entoai o canto e tocai o tímpano, a cítara melodiosa com a harpa.
4Tocai a trombeta na lua nova, na lua cheia, nosso dia de festa.
5Este é um preceito para Israel, um decreto do Deus de Jacó.
6Deu-o como um testemunho a José, quando saiu da terra do Egito. Ouvi uma língua desconhecida:
7"Libertei do peso o seu ombro, suas mãos depuseram o cesto.
8Gritaste a mim na angústia e eu te libertei, envolto na nuvem te dei resposta, te provei junto às águas de Meriba.
9Ouve, meu povo, quero te avisar; Israel, quem dera que me ouvisses!
10Não haja no teu meio um outro deus, não adores um deus estrangeiro.
11Eu sou o Senhor teu Deus que te tirei da terra do Egito; abre a boca, eu quero enchê-la.
12Mas meu povo não ouviu minha voz, Israel não me obedeceu.
13Por isso abandonei-o à dureza do seu coração, deixando que seguisse sua própria cabeça.
14Se o meu povo me ouvisse, se Israel andasse por meus caminhos,
15logo eu venceria seus inimigos e contra os seus adversários levantaria a mão.
16Os inimigos do Senhor o adulariam e a sorte deles estaria lançada para sempre;
17eu o alimentaria com flor de trigo, e o saciaria com mel do rochedo".
28Um dos escribas, que tinha ouvido a discussão, percebeu que Jesus dera uma boa resposta. Então aproximou-se dele e perguntou: "Qual é o primeiro de todos os mandamentos?"
29Jesus respondeu: "O primeiro é este: `Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus é um só.
30Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com toda a tua força!'
31E o segundo mandamento é: `Amarás teu próximo como a ti mesmo'! Não existe outro mandamento maior do que estes."
32O escriba disse a Jesus: "Muito bem, Mestre! Na verdade, é como disseste: `Ele é o único, e não existe outro além dele'.
33Amar a Deus de todo o coração, com toda a mente e com toda a força, e amar o próximo como a si mesmo, isto supera todos os holocaustos e sacrifícios".
34Percebendo Jesus que o escriba tinha respondido com inteligência, disse-lhe: "Tu não estás longe do Reino de Deus". E ninguém mais tinha coragem de fazer-lhe perguntas. O senhor e filho de Davi
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.