sábado, 7 de março de 2026
Cor litúrgica roxa
14Com tua vara de pastor, guia o teu povo, rebanho que é propriedade tua e está sozinho no mato, no meio da capoeira. Que eles possam pastar em Basã e Galaad como nos tempos antigos.
15Como no dia em que nos tiraste do Egito, mostra-nos agora tuas maravilhas.
18Haverá algum Deus igual a ti, Deus que tira o pecado, que passa por cima da culpa do resto de sua herança, não guarda sua ira para sempre e prefere a misericórdia?
19Ele vai nos perdoar de novo! Vai calcar aos pés as nossas faltas e para o fundo do mar jogará todos os nossos pecados.
20Darás fidelidade a Jacó, misericórdia a Abraão, conforme juraste a nossos pais desde os tempos passados. ______________________________________________________________________________
1[De Davi.] Minha alma, bendize o Senhor e tudo o que há em mim, o seu santo nome!
2Minha alma, bendize o Senhor, e não esqueças nenhum de seus benefícios.
3É ele quem perdoa todas as tuas culpas, que cura todas as tuas doenças;
4é ele quem salva tua vida do fosso e te coroa com sua bondade e sua misericórdia;
5é ele que pela vida afora te cumula de bens; tua juventude se renova como a da águia.
6O Senhor age com retidão, faz justiça a todos os oprimidos;
7revelou a Moisés seus caminhos, suas grandes obras aos filhos de Israel.
8O Senhor é misericordioso e compassivo, lento para a cólera e rico em bondade.
9Não estará em demanda para sempre, e não dura eternamente sua ira.
10Não nos trata conforme nossos pecados, não nos castiga conforme nossas culpas.
11Pois quanto é alto o céu sobre a terra tanto prevalece sua bondade para com os que o temem.
12Quanto é distante o oriente do ocidente, tanto ele afasta de nós nossas culpas.
13Como um pai se compadece dos filhos, o Senhor se compadece dos que o temem.
14Pois ele sabe de que somos feitos: sabe que não somos mais que pó.
15Como a erva são os dias do homem, ele floresce como a flor do campo;
16basta que sopre o vento, desaparece, e o lugar que ocupava não voltará a vê-la.
17Mas a bondade do Senhor desde sempre e para sempre é para os que o temem, e sua justiça para os filhos dos filhos,
18para os que guardam sua aliança e se lembram de observar seus preceitos.
19O Senhor estabeleceu seu trono nos céus; seu império se estende sobre o universo.
20Bendizei o Senhor, vós, seus anjos, heróis fortes que executais suas ordens, obedecendo sua palavra!
21Bendizei o Senhor, vós, todos seus exércitos que o servis e executais suas vontades!
22Bendizei o Senhor, vós, todas suas obras, em todos os lugares onde ele domina! Minha alma, bendize o Senhor!
1Todos os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar.
2Os fariseus e os escribas, porém, murmuravam contra ele. "Este homem acolhe os pecadores e come com eles".
3Então ele contou-lhes esta parábola:
11E Jesus continuou. "Um homem tinha dois filhos.
12O filho mais novo disse ao pai: `Pai, dá- me a parte da herança que me cabe'. E o pai dividiu os bens entre eles.
13Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada.
14Quando tinha esbanjado tudo o que possuía, chegou uma grande fome àquela região, e ele começou a passar necessidade.
15Então, foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu sítio cuidar dos porcos.
16Ele queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam.
17Então caiu em si e disse: "Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome.
18Vou voltar para meu pai e dizer-lhe: `Pai, pequei contra Deus e contra ti;
19já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados'.
20Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e foi tomado de compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e o cobriu de beijos.
21O filho, então, lhe disse: `Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho'.
22Mas o pai disse aos empregados: `Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. Colocai-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés.
23Trazei um novilho gordo e matai-o, para comermos e festejarmos.
24Pois este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado'. E começaram a festa.
25O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança.
26Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo.
27Ele respondeu: `É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque recuperou seu filho são e salvo'.
28Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistiu com ele.
29Ele, porém, respondeu ao pai: `Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos.
30Mas quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com as prostitutas, matas para ele o novilho gordo'.
31Então o pai lhe disse: `Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu.
32Mas era preciso festejar e alegrar- nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver, estava perdido e foi encontrado".
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.