quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Cor litúrgica verde
4Quando Salomão ficou velho, suas mulheres desviaram-lhe o coração para outros deuses; seu coração já não pertencia integralmente ao Senhor, seu Deus, como o do seu pai Davi.
5Salomão prestou culto a Astarte, deusa dos sidônios, e a Melcom, ídolo dos amonitas.
6Ele fez o que desagrada ao Senhor e não lhe foi inteiramente fiel como seu pai Davi.
7Foi assim que Salomão construiu um santuário para Camos, ídolo de Moab, no monte que está defronte de Jerusalém, e para Melcom, ídolo dos amonitas.
8Fez o mesmo para todas as suas mulheres estrangeiras, as quais queimavam incenso e ofereciam sacrifícios a seus deuses.
9Então o Senhor irritou-se contra Salomão, porque seu coração se tinha desviado do Senhor, Deus de Israel, embora este lhe havia aparecido duas vezes,
10proibindo-lhe expressamente seguir a outros deuses -- mas ele não obedeceu à ordem do Senhor.
11O Senhor disse, pois, a Salomão: "Já que procedeste assim e não guardaste a minha aliança, nem as leis que te prescrevi, vou tirar de ti o reino e dá-lo a um de teus servos.
12Mas, por amor de teu pai Davi, não o farei durante a tua vida; é da mão de teu filho que o arrebatarei.
13Não te tirarei o reino todo, mas deixarei ao teu filho uma tribo, por consideração a meu servo Davi e a Jerusalém, que escolhi". Os inimigos externos
1Aleluia! Celebrai o Senhor, pois ele é bom, pois eterno é seu amor.
2Quem pode narrar as façanhas do Senhor e proclamar todo o seu louvor?
3Felizes os que observam os preceitos, que praticam a justiça o tempo todo.
4Lembra-te de mim, Senhor, pelo amor do teu povo, visita-me com teu auxílio salvador;
5para eu sentir a felicidade dos teus eleitos, e me alegrar com a alegria do teu povo e me gloriar com tua herança.
6Com nossos pais nós pecamos, cometemos delitos, fizemos o mal.
7Nossos pais, no Egito, não compreenderam teus milagres; não se lembraram de tuas numerosas graças; revoltaram-se contra o Altíssimo junto ao mar Vermelho.
8Mas ele os salvou por causa do seu nome, para mostrar seu poder. t
9Ameaçou o mar Vermelho e ele secou; guiou-os pelo abismo como por um deserto.
10Salvou-os da mão de quem os odiava, livrou-os da mão do inimigo.
11As águas cobriram seus adversários; não sobrou nenhum deles.
12Então acreditaram nas suas palavras e cantaram seu louvor.
13Depressa esqueceram suas obras, não esperaram que executasse seu plano.
14Cederam à cobiça no deserto, tentaram a Deus na solidão.
15Concedeu-lhes o que pediam, satisfez a sua gula.
16Depois no acampamento invejaram Moisés e Aarão, o santo do Senhor.
17A terra se abriu e engoliu Datã, e recobriu a turma de Abiram;
18o fogo ardeu contra sua turma, a chama consumiu os maus.
19Fizeram um bezerro em Horeb e adoraram o metal fundido;
20trocaram sua glória pela figura de um boi que come capim.
21Esqueceram o Deus, que os tinha salvado, que tinha feito façanhas no Egito,
22maravilhas no país de Cam, prodígios tremendos no mar Vermelho.
23Então pensou em exterminá-los, se não fosse Moisés, seu eleito, que se manteve na brecha diante dele para desviar sua ira da idéia de destruí-los.
24Desprezaram um país delicioso, não acreditaram na sua palavra;
25murmuraram nas suas tendas, não obedeceram à voz do Senhor.
26Então ergueu a mão para lhes jurar que os faria cair no deserto,
27que dispersaria seus descendentes entre as nações e os espalharia em outras terras.
28Eles aderiram ao Baal de Fegor e comeram carnes sacrificadas aos deuses sem vida.
29Eles o provocaram com seus crimes, e uma praga caiu sobre eles.
30Mas surgiu Finéias e interveio como juiz, e cessou a praga;
31isto lhe foi imputado como justiça, de idade em idade, para sempre.
32Eles o irritaram junto às águas de Meriba, e Moisés sofreu por causa deles;
33pois aborreceram seu espírito, e ele disse palavras mal faladas.
34Não exterminaram os povos como o Senhor lhes tinha mandado.
35Misturaram-se às nações e aprenderam a agir do modo delas.
36Serviram a seus ídolos, que se tornaram um laço para eles.
37Aos demônios sacrificaram seus filhos e suas filhas.
38Derramaram o sangue inocente: o sangue de seus filhos e de suas filhas, que aos ídolos de Canaã sacrificaram; seu país ficou manchado com esse sangue.
39Eles se mancharam por seus atos e se prostituíram com seus erros.
40Então a ira do Senhor se inflamou contra seu povo, e abominou sua herança.
41Entregou-os nas mãos das nações e seus adversários os dominaram.
42Seus inimigos os oprimiram, e tiveram de curvar-se ao seu domínio.
43Muitas vezes ele os libertou, mas eles se obstinavam na sua rebeldia e se arruinaram por causa de suas iniqüidades.
44Contudo ele olhou para sua desgraça, quando escutou suas súplicas.
45Lembrou-se da sua aliança, teve piedade deles na sua grande bondade,
46e fê-los achar misericórdia junto a todos que os mantinham cativos.
47Salva-nos, Senhor, nosso Deus, reúne-nos do meio das nações, para podermos celebrar teu santo nome e gloriar-nos com teu louvor!
48Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, desde sempre e para sempre! E que todo o povo diga: Amém!
24Jesus se pôs a caminho e, dali, foi para a região de Tiro. Entrou numa casa e não queria que ninguém soubesse onde ele estava. Mas não conseguia ficar escondido.
25Logo, uma mulher que tinha uma filha com um espírito impuro, ouviu falar dele. Ela foi e jogou-se a seus pés.
26A mulher não era judia, mas de origem siro-fenícia, e pedia que ele expulsasse o demônio de sua filha.
27Jesus lhe disse: "Deixa que os filhos se saciem primeiro; pois não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos".
28Ela respondeu: "Senhor, também os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que os filhos deixam cair".
29Jesus, então, lhe disse: "Por causado que acabas de dizer, podes voltar para casa. O demônio já saiu de tua filha".
30Ela voltou para casa e encontrou sua filha deitada na cama. O demônio havia saído dela. Cura do surdo-mudo
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.