terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Cor litúrgica verde
9De repente, Absalão, montado numa mula, encontrou-se diante dos servos de Davi. Sua mula embrenhou-se sob a folhagem espessa de um grande carvalho. A cabeça de Absalão ficou presa nos galhos da árvore, de modo que ele ficou suspenso entre o céu e a terra, enquanto a mula em que ia montado seguia em frente.
10Alguém viu isso e informou Joab: "Vi Absalão suspenso num carvalho".
14Joab disse-lhe: "Não vou perder tempo contigo!" Tomou então três dardos e cravou-os no peito de Absalão. E como ainda palpitasse com vida, suspenso no carvalho,
24Davi estava sentado no vau da porta da cidade. A sentinela que tinha subido ao terraço acima da porta, sobre a muralha, levantou os olhos e divisou um homem que vinha correndo, sozinho.
25Pôs-se a gritar e avisou o rei, que disse: "Se ele vem só, traz notícia boa". À medida que o homem se aproximava,
30O rei disse-lhe: "Passa e espera aqui". Quando ele passou e ficou no seu lugar,
1[Oração de Davi.] Senhor, presta atenção, responde-me, porque sou pobre e infeliz.
2Guarda-me porque sou fiel; meu Deus, salva teu servo que em ti espera.
3Piedade de mim, Senhor, a ti eu clamo o dia todo.
4Alegra a vida do teu servo, porque a ti, Senhor, elevo a minha alma.
5Tu és bom, Senhor, e perdoas, és cheio de misericórdia para com todos os que te invocam.
6Presta atenção, Senhor, à minha prece e sê atento à voz da minha súplica.
7No dia da angústia levanto a ti meu clamor e tu me ouves.
8Entre os deuses nenhum é como tu, Senhor, e nada há que se iguale às tuas obras.
9Todos os povos que criaste virão e se prostrarão diante de ti, Senhor, para dar glória ao teu nome;
10pois tu és grande e fazes maravilhas; só tu és Deus.
11Mostra-me, Senhor, o teu caminho, para eu caminhar na tua verdade; faze que meu coração tema só o teu nome.
12Eu te darei graças, Senhor, meu Deus, de todo o coração e darei glória a teu nome sempre,
13porque é grande para comigo o teu amor; do profundo dos infernos me tiraste.
14Ó Deus, os arrogantes me assaltam, uma turma de violentos atenta à minha vida, não te põem diante dos olhos.
15Mas tu, Senhor, Deus de piedade, compassivo, lento à ira e rico de amor e de fidelidade,
16volta para mim e tem misericórdia; dá a teu servo a tua força, salva o filho da tua serva.
17Dá-me um sinal de benevolência para que meus inimigos vejam e fiquem envergonhados. Porque tu, Senhor, me socorreste e consolaste.
21Jesus passou novamente para a outra margem, e uma grande multidão se ajuntou ao seu redor. Ele estava à beira-mar.
22Veio então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Vendo Jesus, caiu-lhe aos pés
23e suplicava-lhe insistentemente: "Minha filhinha está nas últimas. Vem, impõe as mãos sobre ela para que fique curada e viva!"
24Jesus foi com ele. Uma grande multidão o acompanhava e o apertava de todos os lados.
25Estava aí uma mulher que havia doze anos sofria de hemorragias
26e tinha padecido muito nas mãos de muitos médicos; tinha gastado tudo o que possuía e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais.
27Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se, na multidão, por detrás e tocou-lhe no manto.
28Ela dizia: "Se eu conseguir tocar na roupa dele, ficarei curada".
29Imediatamente a hemorragia estancou, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença.
30Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele e, voltando-se para a multidão, perguntou: "Quem tocou na minha roupa"?
31Os discípulos disseram: "Tu vês a multidão que te aperta, e ainda perguntas: `Quem me tocou?'"
32Ele olhava ao redor para ver quem o havia tocado.
33A mulher, tremendo de medo ao saber o que lhe havia acontecido, veio, caiu-lhe aos pés e contou toda a verdade.
34Jesus então disse à mulher: "Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e fica livre da tua doença".
35Enquanto ainda estava falando, chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga dizendo:" Tua filha morreu. Por que ainda incomodas o mestre?"
36Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: "Não tenhas medo, somente crê".
37Ele não permitiu que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João.
38Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a agitação, pois choravam e lamuriavam muito.
39Entrando na casa, ele perguntou: "Por que essa agitação, por que chorais? A menina não morreu, ela dorme".
40E começaram a zombar dele. Afastando a multidão, levou consigo o pai e a mãe da menina e os discípulos que o acompanhavam. Entrou no lugar onde estava a menina.
41Pegou a menina pela mão e disse-lhe: "Talitá cum!" (que quer dizer: "Menina,eu te digo, levanta-te").
42A menina logo se levantou e começou a andar -- já tinha doze anos de idade. Ficaram extasiados de tanta admiração.
43Jesus recomendou com insistência que ninguém soubesse do caso e falou para que dessem de comer à menina.
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.