domingo, 25 de janeiro de 2026
Cor litúrgica verde
1O SENHOR me disse: "Pega uma prancheta grande e, com estilete comum, escreve nela: Furto rápido, saque ligeiro".
2Tomei como testemunhas de confiança o sacerdote Urias e Zacarias, filho de Baraquias.
3Depois procurei a profetisa, ela engravidou e deu à luz um menino. Disse-me, então o SENHOR: dá-lhe o nome de `Furto-Rápido-Saque-Ligeiro',
4pois antes que a criança aprenda a dizer `Papai-Mamãe', as riquezas de Damasco e o saque da Samaria já estarão sendo levados para o rei da Assíria".
5E o SENHOR ainda falou comigo:
6"Já que este povo desprezou as águas de Siloé, que correm tranqüilas, e desfaleceu diante de Rason e do filho de Romelias,
7o SENHOR fará vir sobre ele as águas do Eufrates, volumosas e violentas (o rei dos assírios com todo seu peso). Ele vai subir em todos os córregos, transbordando por todas as margens,
8invadindo Judá, avançando e inundando e chegando até ao pescoço. Ao abrir as asas, vai cobrir toda a extensão da tua terra, Emanuel". Libertação
9Gritai, povos, sereis derrotados! Atenção, pontos mais distantes da terra: pegai em armas, sereis derrotados! Pegai armas, sereis derrotados!
10Podeis fazer planos, adiante não irão! Fazei ameaças, não se cumprirão! Porque Deus conosco está! O Senhor, pedra de tropeço
11Ao tomar-me pela mão e ao avisar-me para eu não seguir os caminhos deste povo, o SENHOR me preveniu:
12"Não chameis `conspiração' a tudo o que este povo chama de conspiração. Não participeis dos seus medos, nem vos deixeis amedrontar".
13Só ao SENHOR dos exércitos chameis de Santo, dele sim tende temor e pavor.
14Ele será um santuário, mas também pedra de tropeço, rochedo que derruba, para as duas casas de Israel, laço e armadilha para os cidadãos de Jerusalém.
15Muitos deles vão tropeçar, cair e quebrar, serão apanhados e feitos prisioneiros. Mensagem do profeta aos discípulos
16Guarda este documento, mantém em segredo esta instrução entre os meus discípulos:
17Ponho minha esperança no SENHOR, que escondeu sua face da casa de Jacó, fico esperando por ele.
18Eu e os filhos que o SENHOR me deu somos em Israel um sinal e um aviso da parte do SENHOR dos exércitos, que mora na montanha de Sião.
19Se vos disserem: "Perguntai aos que evocam os mortos, aos adivinhos, aos que cochicham e sussurram -- acaso um povo não consulta seus deuses, os mortos em favor dos vivos?",
20olhai então a instrução, olhai o documento! E se o que disserem não estiver de acordo com o que aí está, para eles não haverá mais amanhecer! Para um povo sofrido surge a luz
21Vagueia por lá acabrunhado e faminto. Com fome, indignado. amaldiçoa seu rei e seu deus, olhando para o alto.
22E quando olha para a terra, só vê crise e escuridão, sombras e miséria, tudo escuro e sem saída.
23Não haverá mais trevas onde havia opressão. Num tempo passado ele rebaixou o distrito de Zabulon e o distrito de Neftali; depois, porém, glorificou o caminho do mar, o Além-Jordão, Galiléia dos gentios.
1[De Davi.] O Senhor é minha luz e minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é quem defende a minha vida; a quem temerei?
2Quando me assaltam os malvados para devorar-me a carne, são eles, os adversários e inimigos, que tropeçam e caem.
3Se contra mim acampa um exército, meu coração não teme; se contra mim ferve o combate, mesmo então tenho confiança.
4Uma só coisa pedi ao Senhor, só isto desejo: poder morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida; poder gozar da suavidade do Senhor e contemplar seu santuário.
5Ele me dá abrigo na sua tenda no dia da desgraça. Esconde-me em sua morada, sobre o rochedo me eleva.
6E agora levanto a cabeça sobre os inimigos que me rodeiam; imolarei na sua casa sacrifícios de louvor, hinos de alegria cantarei ao Senhor.
7Ouve, Senhor, a minha voz. Eu clamo, tem piedade de mim! Responde-me!
8Meu coração se lembra de ti: "Buscai minha face". Tua face, Senhor, eu busco.
9Não me escondas teu rosto, não rejeites com ira o teu servo. És meu auxílio, não me deixes, não me abandones, Deus meu salvador.
10Ainda que pai e mãe me abandonem, o Senhor me acolhe.
11Mostra-me, Senhor, o teu caminho, guia-me na senda reta por causa dos meus inimigos.
12Não me exponhas à fúria dos meus adversários; contra mim se levantaram falsas testemunhas que anseiam por violência.
13Tenho certeza que vou contemplar a bondade do Senhor na terra dos vivos.
14Espera no Senhor, sê forte, firme-se teu coração e espera no
10Irmãos, eu vos exorto, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, a que estejais todos de acordo no que falais e não haja divisões entre vós. Pelo contrário, sede bem unidos no sentir e no pensar.
11Com efeito, pessoas da família de Cloé informaram-me a vosso respeito, meus irmãos, que está havendo contendas entre vós.
12Digo isto, porque cada um de vós fala assim: "Eu sou de Paulo", ou: "Eu sou de Apolo", ou: "Eu sou de Cefas", ou: "Eu sou de Cristo"!
13Será que Cristo está dividido? Será Paulo quem foi crucificado por amor a vós? Ou foi no nome de Paulo que fostes batizados?
17De fato, Cristo não me enviou para batizar, mas para anunciar o evangelho -- sem sabedoria de palavras, para não esvaziar a força da cruz de Cristo. A pregação da cruz e a sabedoria
12Quando soube que João tinha sido preso, Jesus retirou-se para a Galiléia.
13Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, às margens do mar da Galiléia,
14no território de Zabulon e de Neftali, para cumprir-se o que foi dito pelo profeta Isaías:
15"Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região além do Jordão, Galiléia, entregue às nações pagãs!
16O povo que estava nas trevas viu uma grande luz,para os habitantes da região sombria da morte uma luz surgiu".
17A partir de então, Jesus começou a anunciar: "Convertei-vos, pois o Reino dos Céus está próximo". Vocação dos primeiros discípulos
18Caminhando à beira do mar da Galiléia, Jesus viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam jogando as redes ao mar, pois eram pescadores.
19Jesus disse-lhes: "Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens".
20Eles, imediatamente, deixaram as redes e o seguiram.
21Prosseguindo adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam no barco, com seu pai Zebedeu, consertando as redes. Ele os chamou.
22Deixando imediatamente o barco e o pai, eles o seguiram. Ensino e curas pela Galiléia
23Jesus percorria toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas deles, anunciando a Boa-Nova do Reino e curando toda espécie de doença e enfermidade do povo.
Texto bíblico: tradução oficial da CNBB. Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.